No mês de maio temos a nossa convidada MUM – cantora, compositora, escritora e a mais nova membra da Pássaro Liberto – indicando literaturas para acordar a mulher selvagem que há dentro de todas as mulheres. Confira a listinha abaixo:
Mulheres que correm com os lobos – Dra. Clarissa Pinkola Estes

Através da interpretação de 19 lendas e histórias antigas, entre elas as de Barba-Azul, Patinho Feio, Sapatinhos Vermelhos e La Llorona, a autora procura identificar o arquétipo da Mulher Selvagem ou a essência da alma feminina, sua psique instintiva mais profunda. E propõe o resgate dese passado longínquo, como forma de atingir a verdadeira libertação.
Tudo nela brilha e queima – Ryane Leão

Livro de poesias sobre amor,desapego, rotina, as cidades que nos atravessam, os socos no estômago que a vida dá, o coração desenfreado, a pulsação que guia as estradas, os recomeços, os dias, as noites, as madrugadas, os fins, os jeitos que a gente dá, as transições,os discos, os tropeços, as partidas, as contrapartidas, os pés firmes que insistem em voar, e tudo isso que é maluco e lindo e nos faz ser quem somos.
Uma Duas – Eliane Brum

Livro de sobre como é tecida a trama de ódio e afeto entre duas mulheres (des)unidas pela carne. Uma duas é um retrato expressionista tão dramático quanto nauseante que foge de clichês e eufemismos que costumam cercar o tema.
O mito da beleza – Naomi Wolf

Livro da jornalista Naomi Wolf que afirma que o culto à beleza e à juventude da mulher é estimulado pelo patriarcado e atua como mecanismo de controle social para evitar que sejam cumpridos os ideais feministas de emancipação.
Lua Vermelha – Miranda Gray

Em Lua Vermelha, Miranda Gray resgata a sabedoria do sagrado feminino para mostrar às mulheres modernas como elas podem voltar a aceitar a sua natureza cíclica e se reconciliar com todos os aspectos da feminilidade.








